quarta-feira, 11 de maio de 2011

Review: Shift 2 Unleashed

Shift 2: Unleashed é o mais recente lançamento da Electronic Arts que promete mexer com o mercado de jogos de corrida. Basicamente Shift 2: Unleashed é uma sequência de Need for Speed: Shift lançado pela mesma produtora a cerca de dois anos. Quem jogou o primeiro jogo pode esperar uma continuação muito parecida e sem novidades drásticas na estrutura do jogo, tanto dentro quanto fora das pistas, mas com muitas melhorias.
Entretanto esta análise não tratará tão somente de Shift 2: Unleashed, em alguns pontos iremos comparar o jogo com Gran Turismo 5. O motivo da comparação foi dado pela própria Electronic Artsque passou os últimos meses falando como o seu lançamento seria melhor que o jogo da Sony. De ante mão já posso afirmar que Shift 2: Unleashed é um jogo totalmente diferente de Gran Turismo 5, as comparações deverão ser levadas apenas a título de curiosidade e que os jogos não podem ser considerados concorrentes. ambos estão em categorias diferentes de jogos de automóveis e por isso a comparação feita até então pela Electronic Arts foi puro marketing.
O principal foco do jogo está no modo carreira, que assim como em N4S: Shift, faz com que o jogador comece pilotando carros mais simples antes de entrar no cockpit dos carros mais potentes. O sistema de pontos de experiência continua presente, conforme você soma pontos o seu nível aumenta e com isso você libera novos eventos e diversos prêmios que variam entre dinheiro, carros, pinturas e acessórios. Este sistema é diferente do sistema de Gran Turismo 5, ambos possuem um grau de dificuldade maior para subir de nível conforme você evolui, mas Shift 2: Unleashedagradará muito mais os jogadores casuais que desejam pilotar máquinas potentes em pouco tempo de jogo.
Apesar de agradar estes jogadores, o jogo se torna muito simplório no sentido de que em menos de 3 horas você completando apenas 15% dos eventos já possui um nível e uma quantidade de pontos suficiente para entrar no principal campeonato do jogo e consequentemente terminá-lo. Assim como em N4S: Shift você poderá ser campeão mundial antes mesmo de completar as corridas mais simples e teoricamente fáceis. Considero, por este motivo, o sistema de pontos de experiência do Shift 2: Unleashed precário, ele visa apenas jogadores que buscam carros velozes com pouco tempo de jogo e acaba estragando toda a experiência de evolução e desenvolvimento do modo carreira.
Como havia comentado, o modo carreira é separado por eventos e neste ponto Shift 2: Unleashedagrada com um equilíbrio interessante entre estilos de corridas. Você encontrará corridas normais com os mais diferentes tipos de carro, provas de drift, corrida contra o tempo e desafios de adversários. Se você percorrer o modo carreira na ordem dos eventos, sem se preocupar em participar do evento final antes da hora, terá uma boa divisão das provas, evoluindo sua técnica em todos os tipos de desafio.
Outro fator que deve ser comentado é o foco do jogo, totalmente em corridas com carros de muita potência. Logo ao iniciar o seu modo carreira você já terá dinheiro suficiente para comprar carros como um Audi S3 ou uma BMW 135i, algo totalmente diferente de Gran Turismo 5 que exigirá muito mais tempo e dedicação para comprar carros semelhantes. Além disso você ganhará muito dinheiro nos eventos e com isso novos carros irão fazer parte da sua garagem. Esqueça carros de rua, carros simples, carros lentos, carros clássicos, Shift 2: Unleashed está totalmente focado em carros de alta velocidade. Mas a pergunta que fica é, será que você está preparado para pilotar estes carros?
O modo carreira conta com um excelente sistema de upgrades nos carros que deixará os fanáticos por Gran Turismo 5 com inveja. Você poderá trocar dezenas de partes do carro, tornando-o assim mais potente e mais esportivo. Além disso o jogo ainda possui pequenas lembraças dos antigosN4S: Underground com centenas de possibilidades de tunning e visuais que fizeram sucesso na década passada. Fora das pistas o sistema de upgrades é de tirar o chapéu, mas dentro dela é um desastre. Os upgrades visuais são facilmente notados enquanto os upgrades na mecânica do carro não fazem nenhuma diferença na sua aparência. digamos que você instalou um par de escapamentos esportivos, no jogo o visual dos escapamentos será igual.
O modo carreira ainda possui um sistema parecido com os badges de N4S: Shift. Os badges estão presentes mas desta vez eles não possuem tanta importância como no jogo anterior. ao completar um evento você ganhará o seu badge, mas ele não entrará em uma tela especial de evolução e coleção de badges, ele ficará apenas somado a todos os seus outros badges dentro do seu perfil no Autolog. Autolog? falaremos dele mais para frente.
Shift 2: Unleashed ainda conta com um modo online muito interessante, um modo de corridas rápidas de exibição e um modo de fotografias que chega a ser vergonhoso. Nào entrarei em detalhes, mas para quem possui o Gran Turismo 5 e utiliza o PhotoMode do jogo, dará risada doPhotoMode de Shift 2: Unleashed.
Quando os primeiros trailers do jogo foram divulgados o que mais chamou a atenção foram os gráficos do jogo. Muitos usuários do site chegaram a dizer que estavam melhores que os gráficos de Gran Turismo 5, mas depois de algumas horas de jogo podemos garantir que Shift 2: Unleashed está anos luz atrás do jogo da Sony.
Em sua primeira experiência com o jogo você estará na nova helmet cam, uma câmera inovadora que te coloca dentro do capacete do piloto. Para quem assiste a corrida ela é realmente muito bacana, mas para quem pilota ela exigirá certo treinamento. ela pode ser considerada uma câmera dinâmica pois todos os seus movimentos são automáticos e isso para quem está acostumado com uma câmera fixa dificulta muito a pilotagem. Depois de algumas corridas decidi alterar para as demais câmeras do jogo e ai pude começar a notar as falhas nos gráficos.
São tantos pontos a serem levantados que talvez eu esqueça de algum. Primeiramente todos os carros do jogo possuem um grau de detalhes muito baixo quando comparamos com Gran Turismo 5, por diversas vezes utilizei o mesmo carro em ambos os jogos, visualizei na garagem e na pista e a comparação é injusta pois novamente Shift 2: Unleashed está atrás. Os detalhes extra carro também ficaram abaixo do esperado, desde o asfalto até a torcida na arquibancada, parece que estou jogando um jogo de uma geração anterior. E para piorar os detalhes internos do carro são tristes de ver, os espelhos retrovisores possuem imagens em baxíssima resolução, o painel dos carros são simples e a utilização exagerada do efeito blur, que tenta esconder as falhas, não consegue, o que irrita ainda mais. Para completar o jogo possui dois efeitos irritantes, o primeiro torna a imagem preto e branco em qualquer colisão na pista e o segundo suja a tela durante a corrida. O primeiro até agora não consegui compreender a relação entre uma colisão e a visão em preto e branco e o segundo está totalmente desregulado a ponto de sujar a tela em qualquer câmera que está ativa e não apenas na câmera do para-choque ou do capacete.
Isso significa que os gráficos de Shift 2: Unleashed são ruins?
Não! Tenho que levar em conta o que os outros jogos disponíveis no mercado oferecem e neste ponto o jogo da Electronic Arts ficou devendo, principalmente porque ele estava prometendo muito mais do que entregou.
Você vai reparar nestas falhas pilotando a 200 km/h?
Talvez sim e talvez não, vai depender do seu grau de exigência, mas tais falhas devem ser expostas para que ninguém pense que Shift 2: Unleashed possui os melhores gráficos em um jogo de corrida.
Entretanto o jogo possui pontos positivos que merecem ser lembrados, o sistema de danos está visualmente muito bacana apesar de muitas vezes ser exagerado. Durante uma corrida você encontrará diversos pedaços de carros pela pista e caso você tenha uma colisão muito forte o seu carro ficará completamente destruído. Mas para mostrar o estilo arcade do jogo, você não precisa se preocupar caso uma roda saia voando do seu carro, depois de alguns segundos, como em passe de mágicas, o seu carro renascerá das cinzas e voltará para a pista em condições de corrida.
Os efeitos sonoros de Shift 2: Unleashed possuem altos e baixos, eu dividiria o principal destaque para o efeito sonoro das trocas de marcha  e os barulhos dos carros durante uma prova de drift. O primeiro está simplesmente incrível, como o som no máximo e utilizando as trocas manuais no câmbio do G27, me senti um verdadeiro piloto. O segundo consegue mostrar exatamente todas as torções do carro durante as provas de controle do caos.
Outro ponto positivo fica para os efeitos sonoros dentro da helmet cam, a câmera no capacete do piloto. Para quem já pilotou com capacete em um circuito ou mesmo já andou de moto, é nítido oabafamento do som do motor e isso é representado de forma única.
Entretanto o ronco dos motores não me agradou de uma maneira geral, ao meu ver foram utilizados sons produzidos e não os barulhos reais dos carros e por este motivo em alguns carro o barulho não condiz com o motor, ou a velocidade, ou mesmo a potência. Parece que o jogo quer empolgar nos efeitos sonoros e achei um pouco artificial.
Em termos de trilha sonora, joguei durante horas o jogo e só ouvi uma única música, dos anos 80 remixada. Não espere uma trilha sonora bacana pois ela é realmente muito limitada.
Chegamos no ponto que trará mais controvérsias a esta análise e talvez mais reclamações / elogios dos usuários. de uma vez por todas, Shift 2: Unleashed não é uma simulação e apesar de não ser um jogo totalmente arcade, tende muito mais a este estilo de pilotagem à pilotagem encontrada noGran Turismo 5.
Para tentar explicar isso, vou separar a análise de jogabilidade em duas partes. A primeira será do jogo com o volante Logitech G27 e a segunda com o controle DualShock 3.
Para quem não sabia o jogo possui suporte total a diversos volantes, inclusive o Logitech G27 que é tido como um dos três melhores volantes do mercado. Inicialmente o dono deste volante fica feliz ao ver no menu do jogo suporte total ao acessório, todos os botões funcionam e o LED com as luzes que indicam as trocas de marcha também. Mas isso mudará na pista…
Ao jogar Shift 2: Unleashed com o volante a sua vontade é de pular da janela, principalmente se você está jogando Gran Turismo 5 nos últimos meses. O primeiro grande problema no meu ponto de vista está na famosa dead zone (zona morta), o jogo está extremamente sensível a ela e isso significa que em uma reta a grande maioria dos carros irá puxar para algum dos lados e ao tentar arrumar a direção você perderá totalmente o seu controle, chegando a rodar no meio da reta.
Nas curvas o volante passará uma interessante vibração e você conseguirá notar com clareza quando o carro começa a perder aderência ao solo, consequentemente saindo de traseira. Mas quando isso acontece você poderá continuar acelerando tranqüilamente e dosando com facilidade odrift até contornar toda a curva. Isso a mais de 250 km/h é totalmente fora dos padrões para qualquer carro de corrida, e isso acontece na grande maioria dos carros. Não que isso seja um ponto negativo, é até bastante divertido fazer curvas desta forma, mas é totalmente fora da realidade o que torna o jogo muito mais arcade do que simulação.
Por falar em drift vamos a este famoso modo de jogo que possui diversos eventos especiais no jogo. Eu me considero um péssimo drifter em Gran Turismo 5. Apesar de conehcer as técnicas dodrift, ainda não consigo realizá-lo virtualmente por falta de controle da embreagem e aceleração. Entretanto no jogo da Sony consigo me sair um pouco acima da média nesta modalidade.
Em Shift 2: Unleashed eu posso me considerar o pior piloto de drift com volante! Isso graças a sensibilidade fora do normal do pedal de aceleração que em conjunto com a dead zone do volante tornam o drift algo praticamente impossível! Pode ser algo que acontece apenas comigo, tentei por diversas horas realizar um pequeno drift com o volante até me irritar e desistir, partindo para o controle. Para quem me conhece sabe que sou um piloto acima da média em jogos de corrida, mas sofri muito neste modo de jogo em Shift 2: Unleashed e acho que você também sofrerá.
Depois de muitas horas pilotando no volante posso afirmar que o jogo, mesmo tendo suporte para este acessório, não possui uma mecânica ou mesmo uma física capaz de suportar todas as variações que ele proporciona. Conforme a potência dos carros aumenta o problema da dead zonepiora e existem carros que são impossíveis de serem pilotados no volante, mesmo com todas as assistências ligadas.
Já no Dualshock 3 a história é totalmente diferente. A começar pelo problema de dead zone que é muito menor! alguns carros ainda possuem o problema de dançar nas retas mas a correção com o controle é feita de forma muito mais simples e sem o risco de rodar com o carro em plena reta. Além disso o acelerador, que está localizado no botão R2, está muito mais fácil de ser dosado em comparação com o pedal de aceleração do volante e com isso fica muito mais simples de realizar as corridas e principalmente os drifts.
Os drifts com o Dualshock 3 são extremamente simples de serem realizados e o que eu demorei horas para conseguir com o volante precisei de apenas cinco minutos para superar com o controle.
Isso me faz ver que o jogo realmente foi criado pensando em agradar a maioria dos jogadores, aqueles que possuem volantes irão se divertir na maior parte do tempo e quem não possui irá se divertir 100% do tempo! Além disso posso concluir que a simulação presente no jogo é muito mais na parte gráfica e nos efeitos sonoros do que na jogabilidade em si que deixa a desejar em todos os modos de jogo.
Shift 2: Unleashed utiliza o mesmo sistema que Need for Speed: Hot Pursuit, conhecido comoAutolog. O Autolog é um sistema que integra todas as suas informações do jogo em um servidor on-line e com isso o jogo consegue passar centenas de informações suas para seus amigos e vice-versa. Isso significa que mesmo jogando o modo carreira offline você saberá quais dos seus amigos já realizaram determinado evento e seus também seus records, com isso você se sentirá estimulado a não apenas vencer o evento mas também superar a marca dos seus amigos.
O menu do Autolog é aberto sempre quando o botão select é pressionando e nele é possível encontrar recomendações de corridas, um muro de recados, os principais records, seus amigos e respectivos status, seu perfil, sua galeria de fotos, novidades do jogo e suas configuraçòes on-line. É realmente muita informação que integra o jogo de uma forma muito interessante, mas devemos ressaltar as informações contidas no perfil do usuário. Lá você conseguira visualizar o seu atual nível de experiência, todos os seus badges conquistados e os badges que ainda precisam ser conquistados e muitas estatísticas.
Já as corridas on-line são divididas em duas categorias, corridas amistosas que você poderá entrar em uma sala pública ou mesmo criar a sua própria sala e os eventos especiais de desafios. A primeira modalidade é bastante simples, mas possui diversas opções interessantes. O criador da sala pode definir a pista, o estilo de carro e também qual câmera deverá ser utilizada na corrida. Esta última configuração me surpreendeu quando vi que não poderia trocar a câmera do carro e só poderia jogar com a helmet cam, uma forma justa de equilibrar as corridas. A segunda modalidade é um campeonato on-line disputado sempre entre dois usuários em uma melhor de três. Conforme você vence uma corrida, poderá avançar para o próximo estágio do campeonato.
Dentro da pista fiquei surpreso com a qualidade da conexão, mesmo com muitos jogadores na mesma sala. Não tive nenhum problema de lag em todos os meus testes e sempre joguei contra jogadores de outros países, um ótimo resultado. Vale adicionar que as corridas on-line somam pontos de experiência e dinheiro para sua evolução no modo carreira.
O modo on-line e as suas integrações fazem Shift 2: Unleashed ser um jogo divertido de se jogar com amigos. Altamente recomendado.
Shift 2: Unleashed é um ótimo jogo de corrida mas está longe de ser perfeito. Se você é do tipo que ama Gran Turismo 5 notará com facilidade todos os pontos negativos que levantei nesta análise, mas mesmo assim terá diversas horas de muita diversão com o jogo. O modo carreira é muito interessante mas é apenas uma segunda versão do que estava presente em N4S: Shift, por isso não espere grandes inovaçòes. Os gráficos prometiam muito mais nos trailers do que cumpriram durante o jogo, apresentando diversas falhas e utilização excessiva do efeito blur para tentar escondê-las.
O jogo agradará a maioria dos usuários, você desde o início pilotará carros com muita potência e velocidade, facilmente evoluirá no modo carreira e poderá terminar o jogo mesmo sem completar todos os eventos. Não espere grandes desafios ou mesmo corridas de longa duração, tudo emShift 2: Unleashed foi pensado para agradar o usuário, ao contrário de Gran Turismo 5 que não se importa muito em criar diversas corridas com 24 horas reais de duração.
  • Modo carreira com muitas variações de eventos.
  • Grandes possibilidades de upgrade nos carros.
  • Helmet Cam é sensacional, mas exige muito treino para se acostumar com a sua dinâmica.
  • O jogo está longe de ser uma simulação quando falamos de jogabilidade.
  • O suporte para volantes está presente, mas na prática é mais difícil pilotar com o volante do que com o Dualshock.
  • Os gráficos possuem falhas e utilização acima do normal do efeito blur.
Apresentação: 9.5
Gráficos: 8.5
Som: 9.0
Jogabilidade: 8.5
Online: 9.5
Nota Final: 9.0
''Excelente''

Review: Darksiders

Darksiders é um jogo 3D de ação em terceira pessoa, o jogo combina elementos de God of War e Zelda, mas com sua própria personalidade. Agradecimentos a produtoraVigil pelo grande trabalho.
O jogo se desenrola na terra totalmente devastada, você é War (Guerra) um dos quarto cavaleiros do apocalipse. Isso mesmo, você se encontra entre anjos e demônios e alguns deles são realmente grandes. E tudo começa quando você chega a terra, “alguém” te invocou antes do tempo o que acarretou na vitória de uma entidade conhecida como DESTROYER, então anjos e demônios estão muito enfurecidos contigo, a sua chance de se redimir perante eles é achar o DESTROYER para entender o que aconteceu e tentar corrigir as coisas.
O resumo é bem simplista para proteger a história que é um dos atrativos do jogo, muitas reviravoltas irão acontecer enquanto você anda por grandes Cidades, Desertos e até pela Floresta. Os cenários são bem diversificados assim como os inimigos.
O cenário é 3D e totalmente explorável, apresenta uma ótima combinação de cores, grande diversidade de locais e paisagens, o estilo tipo CARTOON não é o mais bonito, mas a diversão é tanta que você não irá reclamar dos gráficos.
Sabe aquelas musicas de elevador, não se preocupe nada disso nesse jogo, o som é empolgante e muito bem feito, ele acompanha o seu ritmo, os efeitos de armas e especiais estão ótimos, você só vai enjoar do som do Dash devido ao uso excessivo.
Destaque para as trilhas nos sub-chefes e nos chefes de fase, o som transmite consegue transmitir a grandeza do evento.
Para se defender War contará com um arsenal muito interessante e de fácil manuseio.
Com uma espada monstruosa que é acionada facilmente pelo botão quadrado, uma arma (foice gigante) ou poder (Luva que desfere socos muito fortes) secundário que é acionado acionada pelotriangulo (você escolhe entre os dois usando o botão digital para baixo) e finalizações acionadas pelo botão circulo, você fará combos facilmente, inclusive trocando de armas no meio deles. O botão X pula, com direito a pulo duplo e mais a frente você contará com “asas” que permitirão flutuar por um tempo.
Também conta um Dash acionado pelo botão R1, esse será um dos seus melhores amigos. Pensa que acabou!! Essas eram as armas digamos de praxe, você ainda contará com outras que deverão ser pré-selecionadas no menu de pausa acessado pelo boto START, mas não se preocupe, você pode alterar a seleção a qualquer momento, bastando para isso acessar o menu.
Pode-se carregar até Três desses itens por vez, e você escolhe qual deles usar através do botão digital, cima, direita ou esquerda e depois usando o botão R2 para usar nos inimigos. Essas armas vão desde uma Crossblade, passam por um Revolver e um gancho e chegam até um poder para abrir portais.
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Fora as armas temos oito habilidades que são encontradas no decorrer do jogo e que auxiliam War, você poderá escolher uma para cada arma e combina-las cada item tem uma vantagem, alguns proporcionam mais souls, outros recuperam especial, sangue e assim por diante…
Você também contará com um comerciante que lhe venderá novos golpes, upgrade ou novos especiais, pedras com poderes especiais (renovar sangue, especiais entre outros) para tanto é preciso recolher Souls. Conforme você vence os adversários mais souls são liberadas, procurem também por caixas que contenham Souls.
As Sousl são de três cores: Azul para especiais, Verdes para sangue e amarelas para (SUPRESA) o modo especial. O modo especial é acionado quando se pressiona os botões L1 + R1, você vira um Demônio Grande por um determinado tempo, e pode fazer muito estrago nessa forma.
Pancadaria ( Alá God of War )
Você segue os mais diversos caminhos e vai fazendo combos com as suas armas/poderes, há também combos aéreos que serão bem úteis durante a jornada. Futuramente você terá até um cavalo demoníaco que será uma mão na roda. Abuse dos combos aéreos, dos especiais e principalmente do Dash, esse último será fundamental para você se manter vivo no jogo.
Exploração ( Alá Zelda )
Quando você não está batendo em alguém com certeza estará explorando a procura de itens ou mesmo do caminho para a próxima parte do jogo, algumas vezes esses caminhos só são liberados após a conclusão de puzzles. Aqui cabe um destaque a maioria não é muito difícil, mas requer um pouco de atenção e trabalho, às vezes o mais difícil será achar como iniciar o puzzle e as vezes o mais difícil será chegar em certos lugares, mas nada IMPOSSIVEL tudo na medida certa entre diversão e inteligência.
“E não é só isso”
Lembra do modo Challenger do God of War, aqui em Darksiders temos algo parecido, mas que acontece durante a história. De posse de um trombeta War invocará demônios que cuidam de alguns caminhos, para liberar a tua passagem os demônios pedem que War cumpra quatro challenges, que vão de matar todos os inimigos em menos de determinado tempo, ou matar determinado número de uma maneira específica e assim por diante. Após cumprir essas challengers só retornar que o demônio liberará sua passagem.
Inimigos
Há diversos tipos de inimigos, cada local do jogo tem um tipo específico ou variantes de alguns sub-chefes sejam eles angelicais ou demoníacos.
Chefes de Fase
Os chefes são realmente interessantes neste jogo, há desde Dragões a Vermes Gigantes, e acredite alguns deixarão você com raiva, mas nada melhor que algumas tentativas para se ambientar e enfim dominar a situação, War embora seja grande é muito ágil e isso ajudará no processo.
Compra mais que recomendada, se você gosta de diversão, vários tipos de armas e poderes, combos incríveis, exploração de cenário, musica envolvente, Chefes Gigantes e uma jogabilidade fácil e intuitiva Darksiders é o seu jogo, aproveite enquanto não sai o GOW 3.
Eu gastei um pouco mais de 18 horas para concluir a história do jogo, consegui 75% dos troféus, pra quem gosta de platina é uma boa porque logo após a conclusão do jogo fica disponível todo o game, só voltar em algumas telas e coletar mais alguns itens.
Gráficos: 8.5
Som: 8.5
Jogabilidade: 9.0
Diversão: 9.5


Nota Final: 8.5
''Ótimo''




quinta-feira, 5 de maio de 2011

Review: Dead Space 2

Do que você tem medo? Do escuro? Ou talvez de gente morta? Pode ser também de Aliens? Ou até mesmo crianças? Então tenha medo, muito medo, pois Dead Space 2 soma tudo isso e muito mais para aterrorizar e assustar seus jogadores (vide Gus, Azedo e Moscka).
Visceral Games conseguiu mais uma vez fazer com que aqueles que compraram seu novo jogo tivessem bons sustos (pelo menos a maioria). Como o jogo é uma continuação direta de seu antecessor, o jogador acaba ficando incumbido de jogar o primeiro jogo da série. Caso você ainda não tenha feito isso, recomendo que o faça antes de começar a levar sustos emDead Space 2.
Passaram-se 3 anos desde Isaac Clark destruiu o Red Marker e fugiu da nave ISHIMURA, mas ao escapar desse inferno, Isaac ficou a deriva no espaço, até ser resgatado e levado para uma colônia espacial chamada SPRAWL. Na colônia Isaac é tratado como louco e é preso em um manicômio.
Devido a acontecimentos desconhecidos, a colônia começa a ser tomada pelos Necromorphs,  Isaac consegue fugir do manicômio e seu inferno recomeça. Em SPRAWL , nosso protagonista conhece uma religião chamada Unitologia, os quais veneram o Marker, assim começa nossa aventura, Isaac vai em buscas de respostas como “O que é o Marker?”, “Quem o criou?” Por quê venerar algo assim?”, muitas surpresas estão por vir.
Podemos notar nitidamente uma evolução gráfica do primeiro para o segundo jogo. Como prometido, a produtora entrega ao seu público uma nova obra de terror com cenários detalhados e inimigos mais aprimorados.
Ao contrário do que quase sempre acontece, e que muitos costumam reclamar, a versão do xbox360 está idêntica a versão do PlayStation 3, isso significa que a Visceral Games e a Electronic Artspreocuparam-se bastante em manter o nível gráfico para ambos os consoles.
Visceral Games continua apostando em cenários escuros e estreitos para pegar o jogador de surpresa. Existem áreas com luminosidade praticamente nula, onde apenas a luz de sua arma poderá mostrar o caminho.
O que melhorou muito do primeiro jogo para e o segundo jogo foi a forma de como você desmembra os inimigos (vivos ou mortos), ao que tudo indica a Visceral Games pesquisou muito a anatomia do corpo humano para trazer mais realidade ao jogo.
Você teve medo do primeiro jogo? Você se lembra daquelas músicas de suspense? Inimigos gritando ou qualquer outro som? A fórmula continua a mesma, em muito momentos do jogo a música some e você escuta apenas seus passos, querendo ou não, isso faz com que muitos se desesperem ou fiquem preocupados esperando o pior.
Esse clima de suspense que faz Dead Space 2 se diferenciar dos outros jogos do gênero, mas não pense que o jogo todo é assim, apenas suspense, existem muitos momentos de ação, tiros, explosões também estão fielmente reproduzidas no jogo.
Com efeitos sonoros e músicas dignas de um filme de ficção científica, podemos afirmar que nesse aspecto, o jogo é praticamente perfeito.
Um fator muito interessante são as cenas onde Isaac está “livre” no espaço. Durante essas cenas pode-se notar os sons abafados, quase nulos, representando fielmente a realidade, o som não se propaga no espaço da forma “normal”,  ele se propaga por vibrações no ar, e como no espaço não existe oxigênio, não há som algum, por isso essa sensação de barulhos abafados ou som quase nulo.
A mecânica continua exatamente igual ao jogo anterior. Você consegue andar e atirar ao mesmo tempo, correr, nada de muito especial. Alguns podem notar que o controle sobre Isaac tenha ficado mais rápido e leve.
Mudaram apenas um ponto, a movimentação de Isaac na gravidade zero, no primeiro jogo, você apenas podia saltar de um lugar para outro, mas agora você pode se movimentar livremente em determinadas áreas do jogo, dando a impressão de estar voar como o Superman, isso foi uma boa inovação na jogabilidade.
Uma das novidades do jogo é o modo online que não existia no primeiro jogo da série, e só por isso ele poderá agradar alguns jogadores. Existe apenas um modo de jogo que consiste no seguinte: se você for humano deverá destruir o ponto marcado, caso você seja um Necromorph, deve-se defender o ponto marcado.
Conforme você mata os inimigos e destrói seu objetivo você ganha pontos de experiência e evolui seu personagem. Como humano novas armas são liberadas, quando para os Necromorph novas habilidades são agregadas as criaturas, como tiros mais fortes ou mais vida. Como humano você nasce em um ponto determinado, já como Necromorph você pode escolher vários lugares para nascer e também pode escolher entre 5 criaturas diferentes.
Esse modo online foi uma tentativa da produtora de dar uma sobrevida ao jogo, mas aparentemente não deu muito certo pela falta de diversidade de modos e opções.
Se você gosta do gênero de terror ou é corajoso o suficiente para jogar Dead Space 2, esse é um jogo para você. Uma das principais características que diferencia esse do primeiro jogo é que nosso protagonista agora ganhou um rosto e uma voz, ou seja, ele ganhou uma personalidade.
No primeiro jogo você só via seu rosto no começo e no final do jogo, agora em diversos momentos Isaac mostra e expressa sentimentos, fazendo com que o jogador fique mais envolvido na trama. Mesmo tendo uma personalidade mais ativa, ele fala somente o necessário.
Apesar da produtora prometer gráficos como de Uncharted 2, ela não conseguiu fazer algo igual, mas mesmo assim agrada muito.
Dead Sapce 2 com certeza é um dos principais jogos desse ano, se você gosta de videogame, Dead Space 2 é obrigatório na sua coleção.
  • História envolvente e cheia de detalhes;
  • Sustos e medo durante o jogo todo;
  • Novos monstros para despedaçar;
  • Efeitos sonoros e visuais;
  • Jogo extra no disco, Dead Space Extration.
  • Mono Online muito fraco.
  • Online Pass.
  • Jogo relativamente curto.
  • Sustos e medo durante o jogo todo (para os covardes).
Apresentação: 10.0
Gráficos: 9.5
Som: 10.0
Jogabilidade: 9.0 
Online: 5.5
Nota Final: 9.5
''Excelente''